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Paço das Artes
Av. Europa 158
Jardim Europa
CEP 01449-000
São Paulo/SP, Brasil
T 11 2117 4777 r. 413/414
Paço das Artes

O Paço das Artes --instituição que pertence à Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo-- foi criado em 25 de março de 1970 pelo decreto nº 52.423, mas já funcionava desde novembro de 1969 no Salão da Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo do Estado de São Paulo, na Avenida Paulista 326.

Desde sua inauguração, o Paço das Artes nunca teve uma sede definitiva. Na Avenida Paulista, funcionou entre os anos de 1970 e 1973, e mudou-se em março de 1973 para o prédio da Pinacoteca, na Praça da Luz, onde ficou por dois anos sem funcionamento esperando a finalização de sua sede na Avenida Europa. Compartilhando o edifício com o Museu da Imagem e do Som (MIS), foi na Avenida Europa que o Paço das Artes esteve entre 1975 e 1994. Entre março de 1994 e março de 2016, a instituição ocupou um prédio de arquitetura modernista na Cidade Universitária, projetado na década de 1970 pelo arquiteto Jorge Wilheim.

Atualmente, o escritório do Paço das Artes funciona de forma temporária no MIS, onde exibirá ao longo do ano exposições da Temporada de Projetos 2016 e Residência Curatorial. 

O espaço tem como objetivo organizar e manter exposições de arte contemporânea, promover cursos, palestras, workshops, conferências, audições e intercâmbios artísticos. Outras missões da organização são incentivar a produção de obras, formar novos agentes – principalmente, jovens críticos, curadores e artistas –, difundir a arte contemporânea nacional e internacional, além de divulgar assuntos relacionados à área de sua especialidade.

Em conformidade com a trajetória que vem traçando desde o final dos anos 1980, as ações do Paço das Artes abrangem todos os segmentos das artes visuais − artes plásticas, artes visuais e multimídia. Assim, sua programação de caráter multidisciplinar engloba exposições, exibições de vídeos, palestras, simpósios, shows, festas, espetáculos de dança, eventos musicais, festivais multimídia e oficinas para crianças e adultos.

A vocação experimental do Paço das Artes é constatada principalmente através da Temporada de Projetos, que foi criada com o objetivo de abrir espaço à produção, fomento e difusão da prática artística jovem. Concebida em 1996, a Temporada de Projetos teve sua primeira exposição realizada em 1997 e se tornou, ao longo dos anos, um rico celeiro para a cena da jovem arte contemporânea brasileira.

Anualmente, a Temporada abre uma convocatória nacional selecionando nove projetos artísticos e um projeto de curadoria para serem desenvolvidos e produzidos com o respaldo do Paço das Artes. Os selecionados recebem acompanhamento crítico, a publicação de um catálogo sobre suas obras e um cachê de exibição. Desde seu surgimento, quando ainda era bienal (tornando-se anual em 2009), o programa recebeu mais de 5.000 portfólios e contabilizou mais de 250 exposições, possibilitando a emergência de inúmeros artistas, curadores e críticos, muitos deles presentes na cena artística atual.

Inúmeros são os nomes de destaque na cena de arte contemporânea, selecionados quando ainda jovens ou em início de carreira para exibir seu trabalho no Paço das Artes por meio da convocatória da Temporada de Projetos.

Em 2014, a Temporada de Projetos ganhou destaque com o lançamento da plataforma digital MaPA: http://mapa.pacodasartes.org.br e realização de exposição homônima com curadoria e concepção de Priscila Arantes, na qual foi destrinchada em uma linha do tempo que oferece ao público, de maneira clara, o nome de todos os artistas, curadores, críticos e membros do júri que passaram pela Temporada de Projetos. Em números: são mais de 250 artistas, 15 projetos curatoriais, cerca de 80 críticos de arte e 45 jurados que fizeram, e continuam fazendo, parte dessa história.

Já o diálogo com o público, orientado pelo conceito de arte como conhecimento, é estabelecido por meio de um profundo trabalho de reflexão sobre os rumos da arte contemporânea. Esse debate ocorre por meio de atividades integradas − seminários, palestras, encontros com artistas, curadores e críticos, workshops, oficinas – e também com ações de porte internacional, como o Seminário Internacional de Arte Contemporânea do Paço das Artes.

Como espaço experimental dinâmico, multidisciplinar e diversificado, o Paço das Artes complementa suas atividades com a publicação de uma vasta bibliografia das exposições e atividades como o Seminário Internacional de Arte Contemporânea, que são registros essenciais sobre a cena artística paulistana contemporânea.

Os catálogos e livros lançados fazem a ponte entre a instituição e o público, formado por artistas visuais, arquitetos, críticos e historiadores de arte, galeristas, colecionadores, jornalistas, professores e estudantes e interessados por arte. Essa troca faz do espaço uma interessante zona de encontro.

Associação do Paço das Artes

O Paço das Artes é administrado pela Associação do Paço das Artes Francisco Matarazzo Sobrinho Organização Social de Cultura, entidade jurídica sem fins lucrativos que celebra seu objeto contratual junto à Secretaria de Estado da Cultura. Desenvolve um contrato de gestão que gera o programa de trabalho e prestação de serviços, especificando o plano de ação institucional anual, orçamentos e cronogramas de desembolsos, sistema de despesa com pessoal, inventário de avaliação de bens móveis e imóveis e permissão de uso, de acordo com as finalidades culturais da instituição.

A Organização Social (OS) administra as instituições Paço das Artes e Museu da Imagem e do Som (MIS) em consenso e consonância com a Secretaria de Estado da Cultura. Para tanto, submete a ela suas ações referentes à programação, gestão de despesas, bens e excedentes financeiros gerados ao longo de sua execução. As atividades da OS são públicas, divulgadas em site e publicadas na Imprensa Oficial do Estado, para garantir a transparência da instituição.

A OS garante a manutenção dos equipamentos e instrumentos necessários para a realização dos serviços contratados, assim como a integridade física de seu equipamento, inclusive as questões ligadas ao Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural.

Apresenta relatórios trimestrais sobre suas atividades e contas para análise da Comissão de Avaliação quanto ao cumprimento de diretrizes e metas do contrato de gestão.

Compromete-se em gerar conteúdos coerentes com a tipologia das instituições que dirige, ao mesmo tempo em que os difunde para dar acesso ao maior número possível de público.

Analisa anualmente a qualidade de sua prestação de serviços, garantindo a superação do nível técnico para a execução do seu objeto contratual.

Para garantir a transparência de seus procedimentos, submete prestações de contas a consecutivas auditorias independentes, ao ritmo mínimo de uma por ano, para apreciação e aprovação do Conselho de Administração.

A Organização Social é regida pela aplicação da seguinte legislação:

Lei Complementar n° 846/98
Decreto n° 43.493/98
Decreto n° 50.611/2006
Lei n° 9.637/98
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9637.htm
- Lei n° 9.790/99
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9790.htm

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Fale com a ouvidoria: ouvidoria@cultura.sp.gov

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Governador do Estado de São Paulo
GERALDO ALCKMIN

Secretário de Estado da Cultura
MARCELO ARAUJO

Coordenadora da Unidade de Preservação do Patrimônio Museológico
RENATA VIEIRA DA MOTTA

PAÇO DAS ARTES ORGANIZAÇÃO SOCIAL DE CULTURA


CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente
ANTÔNIO HERMANN

Vice-Presidente
JAMES SINCLAIR

Conselheiros
CECÍLIA RIBEIRO, MARCELLO HALLAKE, MAX PERLINGEIRO, NILTON GUEDES, RENATA LETÍCIA 

Diretor Executivo 
ANDRÉ STURM

Diretor Administrativo-Financeiro 
JACQUES KANN

PAÇO DAS ARTES

Diretora artística e Curadora 
PRISCILA ARANTES

REALIZAÇÃO

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