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Visões Berlinenses

ABERTURA
11 março, 2007 - 19h00
VISITAÇÃO
12 de março a 08 de abril de 2007
CURADORIA
Tereza Arruda
ARTISTAS PARTICIPANTES
Brigitte Waldach, Clemens Krauss, Mariana Vassileva
APOIO
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Brigitte Waldach

Berlim/ Alemanha, 1966
Vive e trabalha em Berlim
Brigitte Waldach nasceu em Berlim, em 1966. É pos-graduada em pedagogia e teoria da arte pela akademie der Kunste, Berlim. Recebeu varias bolsas de incentivo como a bolsa atelier, Backfabrik; bolsa do senado berlinense e a DAAD bolsa de viagem, Nova York. Participou de varias exposições coletivas como Neue Heimat, Berlinische Galerie, em Berlim, 2006; Disparate Visions, Michael Berger Gallery, em Pittsburgh, 2004; Calendar, Triests Contemporanea, Triest, na Italia, 2002. E exposicoes individuais como Berlin Biennal, basement of the DNA, em Berlim, 2006; Sichtung rot – Signs, Gallery Baik, em Seoul, 2005; Swimmingpool (A Scale), White Box, em Nova York, 2001.

Mariana Vassileva

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Para a criação de Milkmaid, Mariana Vassileva, nascida na Bulgária e residente em Berlim, inspirou-se na pintura de mesmo nome de Jan Vermeer, De Melkmeid (A leiteira, 1658-60), que se encontra exposta no Rijksmuseum, Amsterdã, onde a artista a viu pela primeira vez. Mariana sentiu-se de tal forma fascinada, que a imagem ficou gravada em sua memória. “Desde então, fiquei cativada e intrigada pela forma com que Vermeer tratava a luz, como criava a sensação de espaço, que parece ao mesmo tempo intimista e amplo.” Ela quer que seu vídeo seja “uma paisagem imaginária sem fim”. A jovem é colocada em um espaço branco intocado, e suas vestimentas e visual representam um tempo antigo, como a luz que brilha sobre ela. Uma escultura viva e perene, ela permanece imóvel, enquanto o leite não para de fluir, congelado no tempo, mas, ainda assim, fluindo. Somente depois de refletir a respeito é que o observador se dá conta de que Vassileva consegue executar um truque admirável, ao produzir escultura, vídeo e fotografia em uma única obra, de grande beleza. Como disse David Elliot, curador da 17ª Bienal de Sydney, onde Vassileva apresentou este trabalho, “ao simbolismo é permitida ampla liberdade, numa visão escapista da vida cotidiana, e, em tendo como fundo uma trilha musical de canto tecnogregoriano, encontra-se um espaço meditativo através da estética clássica e da tecnologia contemporânea”.

Clemens Krauss

Graz/ Austria, 1979
Vive e trabalha em Berlim
Clemens Krauss nasceu Graz, na Áustria, em 1979. Formada em artes plásticas pela Academy of Fine Art, em Berlim, e mestre em artes plásticas pela Central St. Martins College of Art and Design, em Londres. Participou de varias exposioes coletivas como Thw youth of today, Schirn Kunsthalle em Frankfurt, 2006; e T:ERROR, Lês frigo, em Paris, 2003. E exposições individuais como New works, na DNA-Gallary Kunst&Handel, em Graz, 2004; The bodybody-problem, na Gallery Ute Naven, em Oslo, 2004; DNA-Performance, na Gallary PIN, em Bielefeld, 2002.
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