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Paço das Artes
Av. Europa 158
Jardim Europa
CEP 01449-000
São Paulo/SP, Brasil
T 11 2117 4777 r. 413/414

"A queda do céu"

Curadoria de Moacir dos Anjos

ABERTURA
10 abril, 2015 - 19h00
VISITAÇÃO
10 de abril a 5 de julho de 2015
Grátis

CURADORIA
Moacir dos Anjos
ARTISTAS PARTICIPANTES
Anna Bella Geiger, Cildo Meireles, Claudia Andujar, Harun Farocki , Jimmie Durham , Leonilson, Maria Thereza Alves , Matheus Rocha Pitta, Miguel Rio Branco, Orlando Nakeuxima Manihipi-theri, Paulo Nazareth, Paz Errázuriz, Regina Galindo, Vincent Carelli
IMPRENSA
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Anna Bella Geiger

Rio de Janeiro/Brasil, 1933
Vive e trabalha no Rio de Janeiro

A artista plástica Anna Bella Geiger inicia seus estudos artísticos em 1950, no ateliê de Fayga Ostrower. Já em 1954 frequenta aulas de história da arte no The Metropolitan Museum of Art - MET (Museu Metropolitano de Arte). Regressa ao Brasil e entre 1960 e 1965 envolve-se no ateliê de gravura em metal do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ. Em 1987 publica o livro "Abstracionismo Geométrico e Informal: a vanguarda brasileira nos anos cinquenta" junto com Fernando Cocchiarale. A conceituada obra é reconhecida por englobar diferentes linguagens e estudar outros materiais e suportes. Seus trabalhos abrangem as fronteiras da pintura, do objeto e da gravura.

Claudia Andujar

Neuchâtel/Suíça, 1931
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Na década de 1970, compõe a equipe de fotógrafos da Realidade e realiza ampla reportagem sobre a Amazônia. Nessa época, recebe uma bolsa da instituição norte-americana Fundação Guggenheim e, posteriormente, uma outra da Fundação de Auxílio à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) para estudar os índios yanomami. As tradições e o modo de vida dos yanomamis têm sido, desde então, o tema central de sua atividade. Participa, entre 1978 e 1992, da Comissão pela Criação do Parque Yanomami, e coordena a campanha pela demarcação das terras indígenas, além de publicar inúmeros livros como "Mitopoemas Yanomami" (Olivetti do Brasi), em 1979; e "Yanomami: A Casa, a Floresta, o Invisível", pela editora DBA, em 1998.

Jimmie Durham

Washington/Estados Unidos, 1940
Vive e trabalha na Europa

Escultor, ensaísta e poeta, Jammie Durham nasceu nos anos 40 em Washington, Arkansas. Aos 20 anos de idade atuou no teatro, no desempenho e na literatura associadas aos movimentos dos direitos civis nos Estados Unidos. Sua primeira exposição ocorreu em 1968 e logo se mudou para Suíça onde estudou na Écola des Beaux-Arts até retornar aos Estados Unidos em 1973 para integrar-se ao "American Indian Movement" (AIM). No final da década de 70, o artista se concentra na criação de esculturas incomuns dos índios norte-americanos. Expôs seus trabalhos na Whitney Biennial, Institute of Contemporary Arts em Londres, no Museum of Modern Art, no Palais des Beaux-Arts em Bruxelas e outros. Atualmente reside na Europa onde se dedica a arquitetura, a monumentalidade e as narrativas nacionais.

Maria Thereza Alves

São Paulo/Brasil, 1961
Vive e trabalha em Berlim

A artista brasileira Maria Thereza Alves nasceu em 1961 em São Paulo, é uma das cofundadoras do Partido Verde (PV). Desenvolveu sua carreira em torno da importância da terra e suas sementes ancestrais, na ação denominada "Sementes da Mudança". Também elaborou um dicionário de uma etnia indígena brasileira que estava em extinção e retratou obras de mulheres francesas nuas do século XIX. Exibiu seu trabalho no New Museum, em Nova York, no Palais de Tokyo, em Paris, na Manifesta (Bienal de Arte Contemporânea da Europa), participou da "Documenta de Kassel" e da 29 Bienal de São Paulo, em 2010. Ela acredita que a arte deve ser compartilhada como conhecimento e difundida a todos.

Miguel Rio Branco

Las Palmas de Gran Canaria/Espanha, 1946
Vive e trabalha no Rio de Janeiro

Pintor, fotógrafo, diretor de cinema e criador de instalações de multimídia, Miguel Rio Branco é um artista multidisciplinar que nasceu em 1946 na Espanha, mas como seu pai era diplomata vivia transitando entre Portugal, Brasil, Suíça e Estados Unidos. Aos 20 anos de idade estudou no Institute of Photography em Nova York e após na Escola de Desenho Industrial no Rio de Janeiro. Desenvolveu trabalhos em pintura, atuou como diretor de fotografia no cinema, executou instalações espaciais, 14 curtas-metragens e publicou alguns livros a partir de 1985. (Saiba mais: http://www.miguelriobranco.com.br)

Paulo Nazareth

Minas Gerais/Brasil, 1978
Vive e trabalha em Belo Horizonte

O artista Paulo Nazareth já trabalhou em diversas áreas, desde jardineiro até vendedor de sabão de coco. Sua carreira começou quando ele perdeu seu ponto na feira de Palmital em Belo Horizonte, e a partir disso o artista iniciou sua jornada atrás da divulgação do seu trabalho na rua. Com cartazes nas mãos, o artista fotografava-se ao decorrer do caminho com frases excêntricas. O resultado foi exposições na 12ª Bienal de Lyon, na Bienal de Veneza, participação na mostra “Imagine Brazil”, aberta no Museu Astrup Fearnley, em Oslo, na Noruega. A diferença é que atualmente seu ponto recuperado na feira de Rua em Palmital tem nome, "Paulo Nazareth Arte Contemporânea Ltda" e ele continua a propagar suas produções para todos os públicos se conectarem. (Saiba mais: http://www.artecontemporanealtda.blogspot.com.br)

Regina Galindo

Cidade da Guatemala/Guatemala, 1974
Vive e trabalha na Guatemala

Regina José Galindo nasceu em 1974 na Guatemala, é artista, performer e poetisa especializada em arte corporal. Recebeu diversos prêmios, como o Leão de Ouro na Bienal de Veneza em 2005 com seu vídeo "Himenoplastia" e também o Prêmio Príncipe Claus em 2011. A artista utiliza seu corpo para expressar a luta política e social da Guatemala e para denunciar diversos preconceitos nas sociedades contemporâneas.

Cildo Meireles

Rio de Janeiro/Brasil, 1948
Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil

Um dos principais artistas brasileiros, de reconhecida importância no contexto internacional. Desde a década de 1960, participou de diversas exposições individuais e coletivas em museus e instituições culturais pelo mundo. Recentemente realizou exposição no Museo Universitario de Arte Contemporáneo, na Cidade do México, e na Tate Modern, em Londres, Inglaterra.

Harun Farocki

Novy Jicin/República Tcheca, 1944
Faleceu próximo a Berlim/Alemanha, em 2014

Nascido em 1944 em Nový Jicin (território então ocupado pelos alemães, que hoje pertence à República Tcheca), Harun Farocki é um dos artistas contemporâneos mais reconhecidos dos últimos anos. Produziu ao longo de sua trajetória mais de 120 filmes para o cinema e para a TV, além de instalações artísticas. Participou de importantes exposições individuais e coletivas em museus, bienais e exposições internacionais (Documenta, Bienal de São Paulo, Jeu de Paume) e festivais de cinema (Berlin Film Festival, Biennale di Venezia). Farocki foi editor da revista FilmKritik, professor da Universidade da Califórnia, Berkeley e da Academy of Fine Arts de Viena. 

Em 2015, o Paço das Artes recebeu a instalação The Silver and the Cross, de Farocki, integrante da exposição A queda do céu, com curadoria de Moacir dos Anjos. Farocki faleceu em 2014 próximo a Berlim aos 70 anos. 


Leonilson

Fortaleza/Brasil, 1957 - 1993
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José Leonilson Bezerra Dias nasceu em Fortaleza em 1957 e faleceu em 1993 em São Paulo. Consagrado pintor, escultor e desenhista, estudou educação artística na Fundação Álvares Penteado (FAAP), e também cursou aulas de aquarela na Escola de Artes Aster. Em 1991 o artista descobriu ser portador do vírus HIV e a partir disso a temática da enfermidade foi recorrente em sua carreira. Sua ultima instalação foi idealizada na Capela do Morumbi que exibiu sua espiritualidade e a delicadeza da vida.

Matheus Rocha Pitta

Mato Grosso/Brasil, 1980
Vive e trabalha no Rio de Janeiro

Matheus Rocha Pitta nasceu em Tiradentes, Mato Grosso em 1980. Formou-se em História na Universidade Federal Fluminense e depois em Filosofia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Realizou sua primeira exposição no Paço Imperial, no Rio de Janeiro, e desde então expôs em diversos locais prestigiados. Em sua carreira destacam-se as exposições "Drive In" de 2006, "Jazida" em 2007 e "Galeria de Valores à mostra" em 2010.

Orlando Nakeuxima Manihipi-theri

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Paz Errázuriz

Santiago/Chile, 1944
Vive e trabalha no Chile

Fotógrafo e professor, Paz Errázuriz nasceu no Chile em 1944 e iniciou seus estudos no Instituto de Educação de Cambrige e após na Pontifícia Universidade Católica do Chile onde se formou como professor de educação básica. Começou a fotografar sem ter realizado nenhum curso, entretanto se profissionalizou mais tarde no Centro Internacional de Photografy de New York em 1993. Consagrado por produzir fotos principalmente em preto e branco, Paz Errázuris retratou questões de cunho social, marginalização, condições de vida, identidade de indivíduos e vários outros. Expôs seus trabalhos no Museu Nacional de Bellas Artes do Chile, no Museu de Arte Contemporânea de Santiago e em outros continentes. Também é cofundador da Associação de Fotógrafos Independentes (AFI).

Vincent Carelli

Paris/França, 1953
Vive e trabalha no Pernambuco

Antropólogo, documentarista e especialista no estudo de povos indígenas, Vincent Carelli nasceu em 1953, em Paris. Com mais de quarenta anos de indigenismo, iniciou em 1986 o Vídeo nas Aldeias, um projeto que coloca o vídeo a serviço dos projetos políticos e culturais dos índios. Carelli produziu, nos primeiros 10 anos, uma série de 16 documentários sobre os  métodos e impactos deste trabalho. Durante dez anos, Carelli participa do projeto que resultou na enciclopédia Povos Indígenas no Brasil do Instituto Socioambiental, o maior banco de dados sobre a realidade indígena contemporânea. Em 1999, Carelli recebe o Prêmio UNESCO pelo respeito à diversidade cultural e pela busca de relações de paz inter-étnicas e em 2000, realiza a série de vídeos "Índios no Brasil" para a TV Escola do Ministério da Educação, uma introdução ao mundo indígena para estudantes. Carelli é hoje secretário executivo da ONG Video nas Aldeias, que passou a ser uma escola de cinema para índios. Em 2009, o seu filme “Corumbiara”, que denuncia o genocídio de índios isolados em Rondônia, é o grande vencedor do Festival de Gramado, e de vários festivais nacionais e internacionais.

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