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Paço das Artes
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Jardim Europa
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São Paulo/SP, Brasil
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Assim é, se lhe parece

Com curadoria de Priscila Arantes e Claudio Cretti, a exposição aborda questões relacionadas à percepção e às utopias e distopias contemporâneas

ABERTURA
04 julho, 2011 - 19h00
VISITAÇÃO
05 de julho a 18 de setembro de 2011

Terça a sexta, das 11h30 às 19h;
sábados, domingos e feriados, das 12h30 às 17h30. Gratuita
CURADORIA
Priscila Arantes e Claudio Cretti
ARTISTAS PARTICIPANTES
Alberto Simon, Ann Lislegaard, Bruno Dunley, Laura Belém , Laura Vinci, Leandro Erlich, Milton Marques, Paulo Nenflidio , Sara Ramo, Wagner Malta Tavares

Alberto Simon

São Paulo/Brasil, 1961
Vive e trabalha em São Paulo, Brasil
De 1980 a 1984 viveu em Nova York e, a partir de 1985, em Berlim. De 1985 a 1990 estudou artes plásticas na Universität de Künste. Trabalhou a partir de 1993 com a fotografia, tendo realizado vários projetos documentários (Moradias de beduínos nos desertos Neguev e Sinai, 1993-94; Along the Love Highway, o motel brasileiro, 1996; Domingão: Plane Spotters em São Paulo, 1997; Tamanho M, 2005-06, entre outros). Também trabalha com o computador, criando imagens que integram ficção e fatos como uma forma expandida de documentário (DH 106 Comet, 1998; Arte e Cocaina, 1950-2000: uma sondagem - curadoria de Alberto Simon; Salvatore Pippa’s Screens & Sticks, 2003-2004; áudio slide show LEGENDADO*, 2004). 

Bruno Dunley

Petrópolis/Brasil, 1984
Vive e trabalha em São Paulo e Ibiúna, Brasil
É bacharel em artes Plásticas pela Faculdade Santa Marcelina e cursou a graduação em Fotografia do Senac - São Paulo. Atuou como pesquisador e educador no Instituto Tomie Ohtake de 2004 a 2010. Em 2007, expôs individualmente no Atelier 397 em São Paulo e, em 2008, participou de diversas exposições coletivas como: 5ª Exposição de Verão na Silvia Cintra Galeria de arte + Box 4, Rio de Janeiro, Programa de exposições 2008 no Museu Victor Meirelles, Florianópolis, e 2000 e oito – Novos Artistas Para Novas Pinturas no Sesc Pinheiros, São Paulo. Em 2009, participou da Nova Arte Nova, exposição realizada no Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo. Em 2010, realizou a exposição individual Os Nomes na Galeria Marília Razuk, São Paulo, participou da Paralela 2010 – A Contemplação do Mundo, no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo e realizou, com Lucas Arruda, a exposição Deserto – Modelo na 713 Arte Contemporaneo, Buenos Aires. 

Laura Vinci

São Paulo/Brasil, 1962
Vive e trabalha em São Paulo, Brasil.
Formou-se em artes plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e fez seu mestrado na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Tem participado de várias exposições no Brasil e no exterior. Em 2002, ocupou o espaço do CCBB em São Paulo com a exposição Estados. Em 2004, participou da 26ª Bienal de São Paulo e do projeto Caveau, com uma instalação feita especialmente para o Palazzo delle Papesse, em Siena, na ítalia; em 2005, participou da Bienal do Mercosul e do South Project, residência em Melbourne, Austrália; em 2006, realizou para o Laneway Comissions, também em Melbourne, a instalação Clara-Clara. Em 2007, apresentou no espaço do Octógono da Pinacoteca do Estado e na Galeria Nara Roesler a exposição Ainda Viva. Em 2008, apresentou a obra LUX na capela do Morumbi e, em 2009, participou da X Bienal de Cuenca e da exposição After Utopia no Museu Pecci, em Prato, Itália.

Milton Marques

Brasília/Brasil, 1971
Vive e trabalha em Brasília, Brasil.
O artista multimeios licenciou-se em educação artística pela Universidade de Brasília. Nesse período, desenvolveu pesquisa em vídeo com o grupo Corpos Informáticos. Atualmente, produz objetos e instalações a partir de tecnologias analógicas e vídeo em tempo real. Desde 1996 expõe coletiva e individualmente em todo país e no âmbito internacional. Foi artista convidado da 26º Bienal de São Paulo e da 5ª Bienal do Mercosul. Faz parte do coletivo SCLRN, que desenvolve experiências com som e imagem, fazendo apresentações não autorizadas pelas ruas de Brasília e das cidades satélites. 

Sara Ramo

Madri/Espanha, 1975
Vive e trabalha em Belo Horizonte, Brasil
Artista plástica espano-brasileira. Iniciou sua carreira na Universidad Complutense de Madri, continuando seus estudos na Escola de Belas Artes na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Recebeu várias bolsas de estudo e prêmios, tais como o Prêmio Marco Antônio Vilaça para as Artes Plásticas (Recife) e HBOX, Fundação Hermés (Paris). Dentre as exposições individuais das quais participou, destacam-se Translado, PhotoEspaña e Real Jardín Botánico, todas em Madri; e Movable Plans e The Photographer’s Gallery, ambas em Londres. Tem participado de exposições coletivas, tais como 29ª Bienal de São Paulo, 53ª Bienal de Veneza e (Extra) Ordinary, na York Quay Gallery, Toronto, Canadá.

Ann Lislegaard

Tensberg/Noruega, 1962
Vive e trabalha em Nova York, EUA, e Copenhagen, Dinamarca
A artista é formada pela Real Academia de Artes dinamarquesa, onde estudou entre 1988 e 1993. De 1995 a 1996, participou do International Studio & Curatorial Program (ISCP), em Nova York; em 2003, de programa semelhante em Estocolmo, o IASPIS. Lislegaard trabalha com vídeo, fotografia e instalações de esculturas, cujo fio condutor é a noção de localização espacial e temporal. Além de ser representada fortemente na Dinamarca, com trabalhos no Museu Nacional de Arte, na Biblioteca Real de Fotografia e na Fundação Nacional de Artes, a artista norueguesa possui trabalhos permanentemente expostos na Galerie Paul Andriesse, em Amsterdã, na Holanda, e no Guggenheim de Nova York, nos EUA. Em 1997, Lislegaard expôs na 27ª Bienal de São Paulo.

Laura Belém

Belo Horizonte (MG)/Brasil, 1974
Vive e trabalha em Belo Horizonte, Brasil
Formou-se bacharel em artes pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG, 1996) e mestre em artes plásticas pelo Central Saint Martins College of Art, Londres (2000). Desde 1998, vem participando de exposições no Brasil e no exterior. Dentre as exposições já realizadas destacam-se a individual na Galeria Luisa Strina (2011), e as Bienais de Liverpool (2010) e de Veneza (2005). Laura recebeu o Prêmio CNI SESI Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas 2011-12 e foi contemplada na 1ª e na 2ª Edição do Prêmio Mostras de artistas no exterior / Programa Brasil Arte Contemporânea da Fundação Bienal de São Paulo e do Ministério da Cultura.

Leandro Erlich

Buenos Aires/Argentina, 1973
Vive e trabalha em Buenos Aires, Argentina
O artista participou de diversas exposições coletivas e bienais de arte tais como a 1ª Bienal do Mercosul (1997), a 7ª Bienal de Havana (2000), a 7ª Bienal de Istambul (2001), a 3ª Bienal de Xangai (2002), a 1ª Bienal de Busan, Coréia (2002), a 26ª Bienal de São Paulo (2004), a Nuit Blanche de Paris (2004), a 51ª Bienal de Veneza (2005), 3ª Trienal de Arte Echigo-Tsumari, Japão (2006), “Notre Histoire” no Palais de Tokyo, Paris (2006), Bienal de Liverpool (2008), Bienal de Cingapura (2008), e a exposição “Producciones”no Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Espanha (2008), entre outros.

Paulo Nenflidio

São Bernardo do Campo/Brasil, 1976.
Vive e trabalha em São Paulo, Brasil.
Paulo Nenflidio é formado em artes plásticas pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e em eletrônica pela ETE Lauro Gomes. Nenflidio é um artista sonoro. Suas obras são esculturas, instalações, objetos, instrumentos e desenhos. Som, eletrônica, movimento, construção, invenção, aleatoriedade, física, controle, automação e gambiarra estão presentes na sua obra. Seus trabalhos se parecem com bichos, instrumentos musicais ou com máquinas de ficção científica. Em 2003, participou da residência artística Bolsa Pampulha em Belo Horizonte, tendo realizado a obra Música dos ventos. Recebeu em 2005 o Prêmio Sérgio Motta de Arte e Tecnologia. Em 2009, realizou residência artística no ASU Art Museum, Arizona, EUA, tendo produzido uma individual durante o período de residência. Participou da 7º Bienal do Mercosul e da mostra Paralela 2010.

Wagner Malta Tavares

São Paulo/Brasil, 1964.
Vive e trabalha em São Paulo, Brasil.
O artista produz vídeo, escultura, fotografia, desenho, colagem, performance e instalação. Lança mão da ficção científica, da mitologia, do teatro clássico e da literatura como universo de possibilidades de busca da identidade do homem contemporâneo. Dentre as suas exposições individuais destaca-se Herói, apresentada no Instituto Tomie Ohtake e na Galeria Marilia Razuk, São Paulo, e no MAC Niterói e na Galeria Anita Schwatz, Rio de Janeiro. Participou das coletivas Emerald City, Rider Project, em Chicago e Nova Yorque; Paralela 2010, 20 anos do Programa do CCSP, e expôs no Mnac em Bucareste, Romênia, no Museu Usiminas e na Fundação Iberê Camargo, Porto Alegre. Recebeu o Prêmio Marcantonio Villaça de aquisição de obras, a Bolsa Iberê Camargo e foi contemplado pelo Projéteis de Arte – FUNARTE Rio, Interferências Urbanas no Rio de Janeiro. 
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